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Surge nos Estados Unidos o primeiro índice para mostrar o grau de desigualdade entre mulheres e homens nas grandes companhias. 

Eu fiz o teste e achei interessante para as trabalhadoras poderem avaliar como é seu ambiente de trabalho e se sofrem algum tipo de discriminação relacionada ao gênero. 

O mais interessante é que a pesquisa busca mostrar como as mulheres se sentem em relação as políticas que são aplicadas em suas empresas, por exemplo: se uma empresa oferece X semanas de licença-maternidade, mas as mães se veem pressionadas a voltar a trabalhar antes do tempo previsto, há um problema.

O site é novo e coleta dados de empresas pelo mundo há menos de 1 ano. Não encontrei nenhuma empresa brasileira cadastrada, por isso gostaria de repassar algumas das perguntas contidas no questionário, assim cada profissional poderá avaliar quanto machismo há em sua empresa:

1 – Existe condições adequadas para conciliar a maternidade e o trabalho? 

2 – Há mulheres em posição de direção na cúpula da empresa? 

3 – Quais são suas chances de se tornar uma líder na empresa?

4 – Existe estrutura de creche e sala de amamentação na sua empresa?

5 – Existe política de horário flexível? Você pode trabalhar em qualquer horário desde que seu trabalho seja feito?

6 – Existe possibilidade de trabalho remoto?

7 – Existe política de benefícios flexíveis para mulheres?

8 – O plano de benefícios de sua empresa inclui iniciativas como descontos em academias e supermercados de comidas saudáveis?

9 – Você sente que existe oportunidades iguais para homens e mulheres?

10 – Os salários são compatíveis entre profissionais do mesmo nível hierárquico?

O teste está aberto ao público: acesse inhersight.com e cadastre sua empresa. O mecanismo para participar é simples e não leva mais de cinco minutos. Basta entrar no site e responder uma série de perguntas, marcando numa escala que vai de 1 a 5 estrelas como são as práticas aplicadas em sua empresa nos ítens acima mencionados.

A intenção do projeto não é oferecer resultados estatisticamente perfeitos, e sim gerar um necessário debate social sobre a igualdade no trabalho. 

Uma forma inteligente de incentivar as empresas a melhorarem suas políticas e empregarem os meios necessários para acabar com práticas sexistas e discriminatórias. 

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